Paris, Mariana e as redes sociais

Após os atentados terroristas na França começou um debate estranho nas redes sociais sobre a repercussão tanto desse ataque quanto o rompimento da barragem perto da cidade de Mariana – MG.

Esse debate está estranho porque várias pessoas publicam as suas opiniões nas redes sociais de forma violenta e sem limite. Ele – o debate – é mais um exemplo do pouco cuidado que as pessoas tomam ao se expor em público. Elas não se preocupam com as consequências dessas publicações quais podem ser drásticas. Os comentários são livremente acessíveis para quem tem internet inclusive para as repartições públicas e empresas privadas prestes a contratar novos funcionários. Os comentários, tanto em publicações de outras pessoas, da mídia como jornais e canais da TV quanto no próprio perfil fazem parte da imagem psicológica da pessoa. Exatamente a forma como uma pessoa pensa, se expressa, como ela usa a língua portuguesa, são fatores essenciais para contratar alguém.

Quem não cuida da sua imagem pública pode ter sérios problemas em achar um emprego. E não vale argumentar com o direito da livre expressão porque na hora de oferecer um emprego o empregador não se importa com isso nem um pouco.

Apple pode facilitar instalação de bloqueador de propaganda online

A empresa norte-americana Apple é prestes a espalhar a nova versão do seu sistema operacional iOS, será o iOS 9. O sistema operacional é rodado em todo tipo de aparelho da Apple, quanto o iPhone e o iPad, tanto nos computadores Mac e os notebooks.

A Apple anunciou agora que vai facilitar a instalação dos bloqueadores de propaganda online, os chamados “AdBlocker”. Isso significa que os usuários dos aparelhos da Apple podem facilmente bloquear quase qualquer tipo de propaganda online, que se encontra em praticamente todos os sites acessíveis gratuitamente como jornais, blogs, motores de busca (Google, Yasni etc.) e outros.

Os especialistas do internet não estão unanimes nas opiniões sobre os efeitos dessa manobra. Para alguns é uma vantagem para os usuários contra os chatices da propaganda que nem sempre são bem-vindos. Para outros a fácil instalação de um Adblocker acabaria com as possibilidades dos autores no internet de ganhar um pouco de dinheiro. Pesquisas mostram que o único jeito de ganhar dinheiro com o jornalismo online até hoje realmente é a venda de espaço para propaganda. Jornais online pagos ou outros serviços pagos que não contém propaganda ainda são a minoria e muitas vezes não trazem lucro para quem oferece.

Os especialistas não temem somente que a Apple vai facilitar a instalação dos bloqueadores de propaganda mas que outras empresas como Microsoft seguem essa linha. A Apple é líder em inovações no internet, mas no passado nunca demorou muito até outros seguiram desenvolvendo soluções semelhantes.

Crowdfunding, a nova possibilidade de financiamento para pequenas empresas

CrowdfundingO crowdfunding já existe, faz um tempinho. Ele significa, que pessoas podem doar/investir em projetos de qualquer tipo através de uma plataforma que faz a arrecadação do dinheiro e aplica no projeto.

No começo quem usou esse tipo de financiamento foram inovadores, ONGs e artistas. Mas o crowdfunding não está limitado a esse tipo de projetos. Qualquer um pode entrar com um projeto, seja que for e tentar pegar o dinheiro suficiente para financiar o projeto. Pequenos empreendedores ou empresas não estão excluídos. Ao contrário, como os projetos normalmente estão bem planejados eles tem mais chances de arrecadar o valor necessário. Em troca. eles oferecem uma participação do “investidor” no lucro do projeto, que as vezes é até melhor do que os juros de bancos. É óbvio, que o empreendedor ou a empresa tem de honrar essa promessa. Senão ele corre o risco de ser processado e cobrado por ela.

Achar uma plataforma de crowdfunding é simples. Só no yasni.com.br ao digitar a palavra-chave “crowdfunding” no campo de busca aparecem mais de 100 resultados. É apenas escolher.

Motores de Busca

Existem vários modos de busca no World Wide Web, o chamado Internet, hoje em dia. Mas aparentemente ainda têm muitas pessoas, usuários frequentes desta ferramenta, que não sabem como uma máquina de busca como o mais conhecido Google e outros funcionam. Assim eles buscam de forma “errada” e até acreditam que a própria máquina cria conteúdo.

Uma boa explicação do funcionamento de uma máquina de busca, também chamado motor de busca encontra-se no “Wikipédia”. No link https://pt.wikipedia.org/wiki/Motor_de_busca os autores demonstram o conceito e o funcionamento da ferramenta entre outros aspectos do nosso dia-a-dia usando Google, Yahoo, Bing etc.

Vale a pena ler.

O direito de anonimato nos tempos do internet

Vamos começar pela conclusão: Mesmo que existe esse direito na teoria, na prática não funciona. Um exemplo, citando parte de uma notícia de um jornal regional: “Presos por latrocínio, os irmãos, Felipe João Cabral, de 21 anos, Higor Cabral, de 19, e o tio deles, Sebastião Cabral, de 44 anos, foram encaminhados para a cadeia pública de Itatinga. Segundo a Polícia Militar, Higor já tinha antecedente por roubo e Sebastião era procurado por agressão.” (Jornal da Cidade, JCnet, 28/02/2015, coloquei nomes fictícios) Vale esclarecer, que os homens cujo nome foi publicado por completo não estão sentenciados pelo crime.  images (2) O artigo 5º, inciso X da Constituição Brasileira determina: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”. Isso significa que existe o direito da pessoa física da preservação do nome. Mas a imprensa não reconhece.  A pessoa que se sente ofendido por uma publicação tem de recorrer à justiça para reaver o nome “limpo”. E isso pode demorar muito tempo. Enquanto isso, o artigo fica arquivado, é livremente acessível e é indexado pelas máquinas de busca como o Google. Assim ele é espalhado no mundo inteiro. Ao final, a determinação da constituição brasileira é inócua. Falta uma lei, esclarecendo, quando, onde e como dados pessoais de pessoas físicas podem ser publicados. Um bom exemplo para uma lei é o “Bundesdatenschutzgesetz” da Alemanha. O mesmo artigo citado acima ia apenas citar os iniciais dos nomes, porque antes de ser sentenciado definitivamente ninguém pode ser culpado por um crime nem na imprensa.

Até que ponto chegamos?

Conforme uma reportagem do site de investigações “The Intercept” os serviços secretos dos Estados Unidos e da Grã-Britânia “NSA” e “GCHQ” conseguiram hackear a rede do maior fornecedor de cartões SIM, usado em celulares, “GEMALTO”. A GEMALTO também fornece chips no Brasil.

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(Foto GEMALTO)

O especialista em TI Nohl acredita, que pelo menos a metade dos celulares usados na Alemanha são prejudicados. “Os serviços secretos pegam todos os dados possíveis”, ele alerta. Não existem dúvidas que a NSA e o GCHQ não excluem dados de usuários brasileiros. É lógico que existe direito nenhum de pegar dados de pessoas físicas ou jurídicas. O que os Estados Unidos e a Grã-Britânia praticam é espionagem. Só que desta vez ela não se direciona a governos ou grandes empresas multi-nacionais. Eles violam os direitos de você e de mim.

Arquivos nos nuvens, a salvação da era digital?

Desde o começo da era digital, tanto as ferramentas, quanto o hardware evoluiu muito. E nem sempre é possível ler um arquivo “velho” com uma ferramenta nova. Quer dizer as vezes o novo software que você baixou no seu computador, tablet, note ou celular não consegue abrir arquivos anteriores, como textos ou fotos.

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Vint Cerf, vice-presidente da Google e um dos “pais” do WWW, aconselha arquivar os documentos em nuvens, que seria a salvação deles. Pode ser, que ele falou isso para contribuir na venda do próprio produto da Google. mas pode ser que ele tem uma certa razão. Os desenvolvedores das ferramentas, tanto gratuitas quanto com muito custo para o usuário esquecem de vez enquanto que esses ferramentas não são usados somente para criar novos documentos. O número de arquivos somente aumentou desde a criação do primeiro computador. E quem atualiza os arquivos para uma versão nova?

A importância de máquinas de busca

Mais de 50% dos negócios mundiais já tem alguma ligação com o internet, seja por uso de contato via e-mail, seja por anúncios das empresas, seja por compras online. Uma empresa que não tem o próprio site some da visualização dos clientes hoje em dia.

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Junto com esse crescimento de negócios apoiados pelo internet cresce a necessidade de ser encontrado. Atualmente existem inúmeros máquinas de busca, que facilitam a vida da pessoa que procura alguma empresa, alguma outra pessoa ou alguma notícia. A empresa mais conhecida por isso é com certeza o Google. Outras máquinas de busca menos conhecidas são Bing da Microsoft, Yahoo e alguns buscadores especializados como telelistas ou o Yasni, que se concentra na oferta de links sobre pessoas e empresas. Para pessoas ou empresas, que querem ser encontrados e logicamente com prioridade é importante observar alguns requisitos na criação do próprio site. Especialistas em TI usam várias ferramentas para garantir o espaço no sol. Mas nem toda máquina de busca usa o mesmo esquema de colocar ordem nas buscas. Procura pelo seu próprio nome e você vai ver, como é o “ranking”.

Foi vítima de cyber-crime? Reage!

Quem foi vítima de um crime no internet normalmente é prejudicado financeiramente. Os dados bancários foram roubados ou clonados, compras em lojas virtuais foram feitas em nome falso, etc.

Justiça

O mais importante nesse caso é reagir rápido. As provas do crime costumam de desaparecer. Então a primeira coisa, a vítima precisa fazer, é preservar essas evidências. O mais fácil é tirar uma cópia da tela. Também é possível imprimir o site com os dados alterados ou falsos. Depois a vítima deve fazer um Boletim de Ocorrência. Isso é importante para evitar problemas futuras, tanto em caso de cobrança indevida de valores nos cartões de crédito quanto em caso de precisar reclamar nos órgãos de defesa de consumidor.

Papa Francisco anuncia 3ª guerra mundial

Hackers não tem misericórdia com ninguém, nem com a instância mais alta da igreja católica, o Papa Francisco. Em uma ataque virtual as contas do Twitter de duas agências de notícias norte-americanas, os cyber-criminosos deixaram o Papa declarar a terceira guerra mundial. Papa Francisco

E para dar mais “seriedade” ainda, eles deixaram o presidente-executivo do “Bank of America” pedir calma ao povo americano pela mesma mídia. As agências apenas restou a confirmação da ataque cibernética e pedir desculpas.

Nem sempre as “notícias” são falsificadas tão ridículo como essas. Para o leitor “normal” somente resta usar o bom senso e não acreditar tudo o que está escrito.